terça-feira, 21 de julho de 2020

O que trava mais na hora de falar inglês... Estresse ou Medo?



O estresse e o medo de falar inglês atrapalham você?

Se sua resposta foi positiva, eu vou te dar algumas dicas de como reduzir o estresse e aprender a falar sem medo! Mas antes disso, saiba o porquê isso acontece com você.  

O medo e o estresse afetam negativamente a capacidade de aprender inglês. Isso porque o estresse prejudica a comunicação do cérebro nas áreas associadas ao aprendizado e a memória de longo prazo, fato já confirmado por pesquisas. É por isso que ouvimos tantas pessoas dizerem:  

“Sinto como se não estivesse progredindo.” 

“Eu cometo tantos erros e isso me desanima…” 

“Eu não consigo aprender inglês.”  

“Falar com nativos? De jeito nenhum! Morro de medo!” 

Você pode mudar isso! Confira agora 6 práticas para você implementar na sua rotina que te deixarão zen na hora de aprender inglês:





1 – Devagar e sempre!
Não adianta estudar durante horas e horas, anotar um monte de vocabulário novo, ler vários artigos e encher seu cérebro de informações novas. Seu hard disk (disco rígido) não armazena facilmente muitos dados de uma vez. Então, vá devagar e sempre…  

Tenha uma rotina diária, com pequenas doses de aprendizado. Adquira o hábito de aprender. Tire um tempo, mesmo que seja apenas 15 minutos, todos os dias para estudar. Você pode ouvir um podcast no caminho do trabalho ou assistir uma aula no YouTube depois do jantar. (Faça anotações e revise 5 minutos antes de ir pra cama). 




2 – Speak, Speak, Speak! 
Comece a falar inglês na primeira semana de estudos. Encontre alguém para praticar. Pode ser um amigo, um professor, alguém que regularmente fale com você. E não tenha medo de errar! Entenda que cometer erros é parte do processo. Não fique constrangido. Apenas encontre a pessoa certa e comece a falar! É aquela velha máxima: “a prática leva a perfeição.” 




3 – Anote! 
A memória de longo prazo é formada pela repetição. E visualizar e revisar suas anotações ajudará na memorização de forma mais rápida e fácil. Se você não anotar as palavras e expressões novas que você está aprendendo, você simplesmente perderá seu tempo. 




4 – Leia e ouça ao mesmo tempo! 
Algumas pessoas aprendem melhor ouvindo, outras escrevendo e outras lendo. Identificar qual é a sua melhor forma de aprendizagem será ótimo. Mas, não há nada mais efetivo do que combinar métodos.  

E uma dica: ler e ouvir ao mesmo tempo é CINCO VEZES mais eficaz do que apenas ler ou apenas ouvir. 




5 – Have a Positive Mental Atitude! 
Pare de se culpar por não conseguir aprender! Essa visão negativa que você tem de si mesmo acaba trazendo um dano enorme para sua autoestima e atrapalha seu processo de aprendizagem. Não se esqueça: “You’ve got the power!” (“Você tem o poder!”) O poder da mente é incrível! O que você acredita acaba se tornando verdade. 

Entenda que aprender uma nova língua demanda trabalho duro. Se você sente que está falhando, não é sua culpa, mas seu método ou sua mente que precisa mudar. 




6 – Não empurre com a barriga! 
Não aprenda inglês por obrigação e não estude apenas para ter um diploma para colocar no seu currículo. Faça do aprendizado um hobby e não uma tortura. Porque quando você é apaixonado por alguma coisa, ela se torna muito mais interessante e muito mais fácil de aprender. 

Viu como não precisa ter medo?


Visite o canal cesp idiomas no youtube


































Gabriela Lacerda  21 de julho de 2020
Esta dica foi trazida até você pelo curso Fluência Descomplicada/Nação Fluente. 

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Memorizando vocabulário em inglês para nunca mais esquecer...




Como memorizar vocabulário em inglês e nunca mais esquecer?

A pior coisa que tem na vida é investir tempo estudando e depois perceber que aquela informação sumiu.

William Glasser, psiquiatra americano, foi o responsável pelos estudos que chegaram a conclusão que nós retemos o que aprendemos dependendo da forma que estudamos, e olha só:

Tudo o que você estuda lendo, as chances de reter são: 10%

Quando você estuda ouvindo, as chances de retenção aumentam para: 20%

Ao estudar observando, as chances de retenção são de: 30%

A coisa melhora um pouco quando estudamos vendo e ouvindo ao mesmo tempo: 50% (na minha opinião, ainda é muito pouco)


Isso significa basicamente que, no melhor cenário, você usou 2 de 3 dos seus canais de comunicação e as suas probabilidades de retenção ainda são pequenas, apenas 50%!

É bem comum esquecer o que estudou na hora que mais precisa, ainda mais quando se trata de falar inglês. Afinal, são muitas coisas para serem aprendidas de uma vez, então o cérebro tem que selecionar o que vai guardar na memória de longo prazo. O problema é que ele, às vezes, escolhe descartar algumas informações importantes.

Mas será que estamos fadados a aceitar isso?

Será que não há nada que possamos fazer para hackear a mente para não esquecer mais tudo o que estudamos?

A resposta é sim, e é justamente isso que trata este artigo.

Primeiro, precisamos entender como é que funciona o processo de aprendizagem e armazenamento de informação dentro do cérebro.

Nosso cérebro possui alguns tipos de memória.

Memória de curto prazo
Este tipo de memória retém a informação por menos tempo, até que ela seja esquecida ou guardada.




Pode ser categorizada em:

Memória imediata
Retém a informação logo que é recebida. Um exemplo é quando somos apresentados ao nome de uma pessoa que acabamos de conhecer.

Memória de trabalho
A memória de trabalho é um sistema de multicomponentes, com capacidade limitada, relacionada à manutenção temporária e processamento da informação durante a realização de tarefas diversas. Nós a utilizamos em cálculos mentais, por exemplo, quando executamos um conjunto de operações mentais simultaneamente. Ao fazer a multiplicação 73×73, para que possamos chegar ao resultado correto, devemos realizar várias manipulações com os números em ordem e ao mesmo tempo armazenar resultados parciais.

Memória de longo prazo
A memória de longo prazo é a que retêm recordações de episódios e fatos da nossa vida. São elas:

Declarativa
São as lembranças que fazem parte dos fatos que você consegue contar. As perdas de memórias declarativas são comuns durante o envelhecimento e podem estar relacionadas ao fato de dar menos atenção aos fatos corriqueiros.

Não-declarativas
São memórias que não podem ser contadas ou ensinadas oralmente. Um bom exemplo disso é aprender a dirigir. Apesar da teoria, você só vai aprender se experimentar até que consiga realizar a atividade.

Semântica
Envolve os conhecimentos organizadores do mundo. Por exemplo, a gente lembra da data em que o Brasil foi descoberto e quem o descobriu.

Episódica
É a memória autobiográfica e envolve os acontecimentos da vida de uma pessoa. Por exemplo, lembrar da sua formatura, do dia do casamento ou da entrevista de emprego.





Estudar não é aprender

Entendendo quais são as memórias, você já entendeu que estudar não é aprender?

Você pode passar horas estudando e sem aprender nada.

Estudar em momentos que você está estressado eleva os níveis de cortisol e isso age diretamente com a qualidade da retenção da informação. Estudar depois de um dia cansado de trabalho em que sua cabeça não está focada naquilo, mas nos problemas ou tarefas que você precisa fazer é a maior perda de tempo.

Antes de estudar, vá resolver sua vida. Escolha um momento do dia em que você esteja mais tranquilo e despreocupado, caso contrário, as coisas que você estudar vão simplesmente sumir e não serão retidas na sua memória de longo prazo.

Muita gente fala que estudou inglês durante anos, mas não consegue lembrar das coisas, ou até mesmo usar as palavras durante uma conversa.

Eis aí o problema. A pessoa estudou durante anos, mas não aprendeu de verdade.

A gente só consegue falar porque temos um repertório de palavras armazenadas na nossa memória que recuperamos quando precisamos.

Mas, se você estudou e não guardou aquela informação, a memória não está lá. Se a memória não está armazenada, não tem como recuperar informação.

Então, o primeiro passo para memorizar vocabulário e nunca mais esquecer é estudar sem stress e lembrar sempre desse mantra: “Estudar não é aprender”.

Além disso, há outro fator extremamente importante que precisa ser levado em consideração.

Repetição
Quando você estuda inglês dia sim dia não, você não fortalece as regiões do cérebro onde as informações estão armazenadas, assim o cérebro acaba fazendo uma limpeza.

Então, aprender inglês e não usar o setor do cérebro onde a informação está armazenada é receita infalível para esquecer o que aprendeu.

 “If you don’t use it, you lose it”

Agora que você tem conhecimento dessas duas informações, tem uma forma de estudar baseada nas pesquisas de um psiquiatra americano chamado William Glasser – extremamente eficaz para armazenar as memórias no longo prazo.

Tem este artigo bem mão na massa que eu ensinei isso, você pode conferir lá depois de ler este artigo:

Além disso, pensa comigo?

Por que tem coisa que acontece na nossa vida que parece que, por mais que a gente queira, a gente não esquece?

Como que o cérebro faz para guardar algumas coisas sem esforço algum?

Eventos significativos da vida como a formatura, o casamento, o nascimento de um filho, por exemplo.

Ou outros eventos não tão bons como uma demissão ou o término de um relacionamento.

Tem gente que passa por alguma situação constrangedora com o inglês – algum amigo de trabalho que dá risada ou faz alguma piadinha criticando – e a pessoa nunca mais esquece disso. No entanto, é incapaz de lembrar como usar o present perfect que o professor ensinou na semana passada.

Há coisas que a neurociência ainda não explica completamente. Houve avanços nisso tudo, mas a gente ainda não tem muita coisa conclusiva. O que já se sabe é que nós recebemos as informações através dos nossos sentidos visual, auditivo ou cinestésico.





Use o que está no artigo mencionado alguns parágrafos acima e as estratégias abaixo para conseguir potencializar a sua memória em até 95%.

O artigo você lê depois, vamos agora à estratégia de aprendizado de vocabulário:

Como memorizar vocabulário em inglês e nunca mais esquecer
Digamos que você acabou de aprender sobre preposições de lugar: in, on, at e por aí vai.

Para exemplificar, vamos falar sobre o in (dentro) e on (sobre).

1º passo: você vai fazer uma imagem mental com a preposição in.

Feche os olhos para fazer isso, assim seu canal visual não receberá distrações externas.

Com os olhos fechados pense em um objeto (que você já sabe em inglês) e os adjetivos do objeto (cor, tamanho, textura, movimento, sons, cheiro, sabor). Você leva menos de 10 segundos para fazer isso, é muito rápido.

Exemplo para a preposição in: acabei de pensar em uma caixa contendo 5 maçãs, bem vermelhas e com um cheiro maravilhoso, até peguei uma maçã na mão, senti sua textura e dei uma mordida para experimentar o sabor. Tudo mentalmente.

2º passo: escreva o seu pensamento. Exemplo: “There are 5 apples in the box.”

3º passo: pegue o gravador do seu celular e grave a frase em voz alta.

4º passo: escute, mas sem autocritica destrutiva. Se achar necessário, grave novamente, ou use um dicionário para checar se você está pronunciando da forma correta.

Nesses quatro passos simples e rápidos, você acabou de praticar as 4 habilidades da fluência: reading (ler), writing(escrever), listening (ouvir), speaking (falar) e depois que você ler este artigo, você vai descobrir por que isso é tão importante.

No exemplo acima eu busquei uma palavra que eu já tinha na memória em inglês, no caso, maçã. E eu usei todos quase todos os meus canais sensoriais (visão, tato, paladar e olfato).

É importante fazer esse exercício sempre que possível associando a palavra nova com uma palavra que o seu cérebro já sabe em inglês.

No começo, se o seu cérebro tem poucos dados, dá a impressão que dá trabalho, mas trabalho mesmo dá você gastar 30 minutos do seu dia estudando um monte de coisa e não retendo isso para usar quando você precisar.




É difícil estudar do jeito certo? Sim, é.

É difícil estudar e esquecer tudo? Sim, também é.

Escolha qual difícil você vai querer adotar no seu projeto de ficar fluente no inglês. A decisão é sua!

Lembre-se que conhecimento e sabedoria são coisas diferentes. Neste artigo você obteve conhecimento, a sabedoria está em colocar o conhecimento em prática.

Artigo da Professora Vânia Paula do site Nação Fluente.

sexta-feira, 20 de março de 2020

Como praticar inglês sozinho


Como praticar inglês sozinho

Infelizmente estamos numa fase crítica em que precisamos nos manter isolados para ajudar a conter o novo coronavírus. E espero que esteja tudo bem com você 



O assunto do artigo desta semana estava preparado há muito tempo e foi tratado na última aula aberta.

Ele traz dicas para praticar inglês sozinho - não por motivo do isolamento, mas porque muita gente não tem com quem praticar (uma das maiores reclamações de quem estuda inglês).

Espero que você possa tirar proveito desse momento para praticar inglês, além de cuidar da sua saúde e da sua família.

Para começar a falar sobre praticar inglês sozinho, eu preciso reforçar algo muito importante: estudar inglês sem praticar muito a conversação é a receita infalível para a lentidão na aquisição da fluência.
Não tem outro jeito. Você não pode fugir a vida toda disso!
E ainda quero fazer um alerta: há muitos cursos por aí oferecendo propostas de ensino focadas em input. Você passa todo o tempo lendo e ouvindo em inglês.
Tá, mas e a prática? Como o aluno sabe se realmente está absorvendo o que está aprendendo e se vai conseguir usar o que está aprendendo na hora do “vamos ver”?
Não tem. Não vai saber!
Simplesmente porque cursos focados em ler e ouvir, sem a prática do speaking, são fáceis de serem comercializados. Afinal, basta o teacher gravar as aulas, subir os vídeos para alguma plataforma e pronto.

Por isso eu já te alerto. Tá procurando um curso de inglês? Procure um em que você vai poder praticar inglês de verdade, com pessoas de verdade, carne e osso – não caia no papinho de praticar conversação com robôs em sites ou apps.

Conversar pressupõe você estar com outra pessoa e se comunicar em inglês.
Falar até papagaio fala, mas você não conversa com um papagaio. O fato de você estar lendo um texto em voz alta ou fazendo uma apresentação que você ensaiou 500 vezes, você já pode dizer que fala inglês, mas isso não significa necessariamente que você vai conseguir conversar com outra pessoa.
Então, o que eu vou ensinar aqui hoje são estratégias para você praticar a fala e não a conversação.
3 etapas para praticar inglês sozinho
Primeira etapa
Configure seu celular para ter o idioma inglês e português. Você vai precisar do seu teclado em inglês quando estiver fazendo esses exercícios e depois você pode voltar o seu teclado para o português, não tem problema.
Acesse o site Breaking News English. Esse é um site que faz resumo das notícias que estão acontecendo no mundo, de acordo com o teu nível de inglês. Então procure uma matéria de um assunto do seu interesse – e que esteja disponível no seu nível, do Level 0 até o Level 6 (do básico ao avançado).





Lá você vai encontrar várias velocidades de reprodução. Comece pela mais lenta e depois vá aumentando.
speed reading é um programa que vai fazer o texto aparecer subindo, como se fosse um teleprompter. Você vai ler em voz alta enquanto grava a sua voz com o celular. Isso é importante para você ouvir depois e comparar se a sua pronúncia está correta. Quando fizer isso, você vai perceber as palavras que você precisa aprimorar.

Segunda etapa

 

Pegue as palavras que você precisa aprimorar a pronúncia e acesse o site Accent Hero. Você vai procurar as palavras nele e ele vai mostrar o símbolo fonético e um botão para reproduzir o som da palavra.
  



  Terceira etapa
Nessa etapa, usando o mesmo texto que você trabalhou na primeira, você vai usar o reconhecimento de voz do seu celular para transformar tudo o que você fala em texto.
É só pegar um bloco de notas do seu celular, o Google Docs, OneNote ou o próprio WhatsApp.
Quando abrir o teclado, vai aparecer um botãozinho com o microfone. É só você clicar nele e começar a ler o texto em voz alta.
Faz só um parágrafo. Como é um reconhecimento de voz feito por uma máquina, ele não funciona 100%; vai ter coisa que ele não vai identificar, então não adianta você fazer um texto enorme.
Aí você vai começar a prestar a atenção nas palavras que ele não reconheceu direito, então você repete só aquela palavra, até ele reconhecer.

Na prática

Agora é sua vez de colocar em prática!
Com essas três etapas você vai praticar muito a sua fala, vai melhorar o listening, Reading e a sua pronúncia!
Esse é um baita combo para afiar o seu inglês. Só não esqueça que você também precisa praticar a conversação.

Wellington de Oliveira
C.E.S.P. Idiomas
SKYPE: wellington_olive@hotmail.com



sábado, 15 de fevereiro de 2020

English Class @ the Pub with Karaoke




Nossa aula externa, com noite de karaokê foi muito legal!

Os alunos participarão, cantaram, brincaram e a diversão foi simplesmente ´´OUTRAGEOUS DE BOM!``

Vejam as fotos e vídeos abaixo do evento!












































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