quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Evite o ´´WHITE´´ na hora de falar Inglês!


     Muitos se queixam que quando querem falar inglês não lembram as palavras ou elas simplesmente somem da cabeça, causando o que normalmente se conhece como “branco”. Quando você quer falar algo e não sai!

     Em primeiro lugar, não se preocupe, isso acontece com todo mundo. Não há nenhuma pessoa que aprendeu a falar inglês sem passar por isso, mas saiba que existe um plano de ação para você colocar em prática e usar até dar certo.
     É muito importante praticar a conversação para poder aprender inglês e existem pilares que irão te ajudar a ter menos brancos ou simplesmente conseguir ter mais fluência na língua e sentir a imensa felicidade que isso traz.
     Existem três situações para ocorrerem essas “travadas” ocasionais por falhas na memória:
·         Você não sabe: às vezes você simplesmente não sabe falar algo em inglês, por não ter aprendido ainda o suficiente ou porque o que você quer falar está um nível acima do que você se encontra atualmente.

·         Assunto específico: pode ser que o assunto tratado requer algumas expressões que você não domina ou faz parte de um contexto alheio a você

·         Esquecimento: você já aprendeu aquilo, talvez até mais de uma vez, mas não consegue se lembrar quando precisa.

Para falar inglês, primeiro precisamos de vocabulário, ou seja, na falta dele não existem milagres que possam resolver o problema. Se você precisa aumentar o seu vocabulário ou sente que precisa de algo para organizar os seus estudos.
Mas se você sente que falta vocabulário na sua área de atuação, tenho uma dica excelente que poderá ajudar bastante. Coloque no Google ou no YouTube o nome da sua profissão ou área de atuação em inglês seguido de “business English” para ter acesso a uma infinidade de materiais extras para poder praticar os inputs de ler e ouvir.
Aprendizado
     Os casos em que você esquece o que quer dizer em inglês algo que já havia aprendido anteriormente, serão tratados primeiro em relação às diferenças no aprendizado.
     Estamos acostumados, por força dos métodos tradicionais de ensino, a aprender tudo de forma passiva, quando simplesmente ouvimos ou lemos sem que nosso cérebro crie estímulos práticos para fortalecer a assimilação das novas informações.
     Quando não lembramos algo que já havíamos aprendido, normalmente se deve ao fato de termos recebido um aprendizado passivo.
     Lembre-se, estude todas as habilidades com equilíbrio, tanto as de entrada (input): ouvir e ler, quanto as habilidades de saída (output): falar e escrever. As habilidades de entrada, conhecidas como métodos de aprendizado passivo, na melhor das hipóteses, nos fazem reter 50% do que aprendemos.
     Ao contrário de quando conversamos, debatemos, comunicamos, praticamos, utilizamos, ilustramos, interpretamos, entre tantas outras formas ativas de aprendizado, onde são estimuladas a fala e a escrita.

Aspectos mentais
     Cada vez mais a neurociência nos traz novidades, mostrando que às vezes as coisas não são simples como pensávamos e que existem mais fatores que afetam nosso comportamento.
     Na hora do branco, há emoções e pensamentos que podem estar latentes em nossa dificuldade de nos expressar em uma língua estrangeira, chamados aspectos mentais.

Analise a lista e pense se você se encaixa em algum deles:
  •          Sentimento de ansiedade, de querer acelerar o processo e não ter a calma necessária.
  • ·         Sentimento de não estar preparado ou de não ser capaz.
  •          Sentimento de medo de errar ou vergonha.
  •     Sentimento de querer evitar o julgamento das outras pessoas.
  •     Sentimento de não gostar de ser corrigido.
  •          Sentimento de timidez.


Como dizia Sartre: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.



     Vença o medo de errar. Todos esses aspectos estão no nível mental e podem atrapalhar muito o aprendizado da nova língua. Não se preocupe com os julgamentos e com o que você acha que as pessoas vão pensar; a falta de vocabulário e os aspectos mentais fazem com que as pessoas parem de falar inglês.
     O nosso cérebro precisa sair da zona de conforto para aprender algo, senão seria como querer aprender a nadar sem entrar na água. Você só vai começar a falar inglês falando!
     Pratique bastante conversação, de forma ativa e em equilíbrio com as demais habilidades e você vai perder o medo, pouco a pouco.

Como aprender inglês rapidamente
Digamos que você não tem muito tempo para esperar, seja você um empresário que precisa fazer negócios ou uma mãe que não pode esperar mais 5 ou 6 anos para fazer um curso.
Saiba que existem algumas dicas que vão ajudar qualquer pessoa a aprender inglês de forma rápida e diminuir a ocorrência de brancos na hora de falar:
·         Pratique inglês diariamente. De preferência conversando através de amigos virtuais, chats, grupos de Facebook, etc. Lembre-se que há muita diferença entre falar e conversar.

·         Estabeleça uma forma eficiente e equilibrada de estudar. Se você dedica ao inglês 10 horas por semana, reserve uma quantidade de tempo para cada uma das habilidades citadas acima (input-output).

Aprenda a pensar em inglês. Não fique só na sala de aula.



Mantenha contato com o idioma todos os dias.

·         Aprenda a usar sinônimos e antônimos. Às vezes, mesmo quando você não lembra a palavra, pode ser extremamente útil se você puder explicar de outra forma o sentido da palavra ou para que serve.

·         Liberte-se do Google Translate. Pode ser prático no começo, mas a longo prazo esta ferramenta fará com que você deixe de aprender. A melhor opção é um dicionário.
Lembre-se que a aquisição da fluência em um idioma é uma tarefa que necessita de dedicação. Você vai dominar o inglês quando praticar, nunca ao contrário.
Mantenha um plano de exposição seguro à prática do idioma.
Assim como não aprendemos a nadar pulando diretamente no mar, não tem como aprender a falar inglês sem a prática constante de conversação sem limitar-se à leitura e subindo degrau por degrau até conquistarmos a nossa fluência no idioma.
Mantenha a consistência e não se exponha diretamente a situações que farão com que você desanime rapidamente.
Estude com determinação e, uma vez que começar a a notar os resultados, verá que valeu a pena. O conhecimento praticado se transformará em sabedoria!
C.E.S.P. Idiomas - Rua dos Aliados, 242 sala 12 - Bairro Bangú /Santo André SP 


sexta-feira, 18 de maio de 2018

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

SAFÁRI ÁFRICA DO SUL 2018 - EU VOU...



Como é fazer um safári na África do Sul?
Esqueça tudo que o você já viu em zoológicos ou parques. Fazer um safári no meio da savana é outra coisa.
Entrar no meio da selva num carro aberto e ficar cara a cara com o animal solto em seu habitat natural é uma experiência que muda a vida. Você fica diante da natureza, pura e simples, num ambiente que o que manda é a lei da sobrevivência. Ali os animais estão o tempo todo atentos, pois não sabem o que pode acontecer no minuto seguinte.
Há duas pessoas fundamentais para os safáris. O Ranger, que é o guia e motorista que dirige o carro, e o Tracker, que é o guia que senta na parte da frente do carro e vai buscando pegadas, fezes e outros rastros dos animais, ajudando o Ranger a escolher o melhor caminho para encontrar os bichos. Eles têm um conhecimento incrível sobre fauna e flora e vão, ao longo do safári (chamado na África do Sul de Game Drive) explicando e contando curiosidades sobre a savana e os animais.

Qual é a melhor época do ano para fazer um safári?

O safári vai bem o ano inteiro. Existem algumas diferenças básicas de acordo com as estações:

Outono e inverno (mesmos meses do Brasil):

Pode-se dizer que é a época ideal para ver os animais já que acontece a seca da savana e os animais se movimentam mais de um lado para outro procurando lugares para se banhar ou tomar água. Essa movimentação somada à paisagem mais seca, favorece a visualização dos animais.
Outra vantagem de fazer o safári nessa época é que o clima não está tão quente e você consegue fazer o safári com mais conforto.
Consideração importante: essa pode ser a época ideal para o safári, mas não é a ideal para Cape Town e Garden Route pois chove bastante.
Eu fui no fim de março e foi super tranquilo. Tinha hora que até fazia um friozinho e eu precisava pegar a manta que eles tinham no jeep. Além disso, consegui ver todos os animais mais de uma vez e ainda consegui aproveitar Cape Town + Garden Route sem chuva.

Primavera e verão

Como a vegetação fica mais verde e densa, pode ser um pouco mais difícil de encontrar os animais. Além disso, faz muito calor durante o dia. Lembrando também que essa é a alta temporada de turistas.

Qual é a diferença entre parque nacional e reserva privada?

Reserva Privada
O Sabi Sands é uma área que faz parte do Parque Nacional do Kruger, porém é uma Reserva Privada. Na Reserva Privada, apesar dela fazer parte do parque, é exclusivamente de uso daqueles que ficam hospedados nos lodges das Reservas. Há cancelas nas entradas dessas áreas que impedem a entrada de pessoas que não estão nos lodges. Uma das diferenças principais é também a proximidade com os animais, não há uma distância mínima. Muitas vezes os animais passam colados no carro e quem decide se é seguro ou não é o Ranger, que tem um conhecimento vasto sobre a vida selvagem. Além disso, nessas reservas os carros podem sair das estradas demarcadas e entrar na mata para chegar ainda mais perto dos bichos.

Parque Nacional
O Parque Nacional é um área pública e com regras de parque, como horários de entrada e saída (diferentes da reserva privada). Os veículos só podem circular pelas estradas demarcadas. Nesse caso, você só vê os animais de perto quando este está na beira ou cruza a estrada. Também há hospedagens dentro do parque e os safáris com guias podem ser contratados.
Há uma taxa por pessoa para entrada no parque que varia de acordo com o local. Para entrar no Kruger Park, a taxa é de R 280 por adulto e R 140 para crianças. Se a pessoa fica hospedada dentro do parque, ela irá pagar apenas uma vez. Mas se a pessoa vai um dia, está hospedada fora do parque e entra de novo no dia seguinte, deverá pagar nova taxa.


Existem tipos diferentes de safári (de carro, a pé, fotográfico, etc)?

Sim, existem vários tipos. Se fizer um self drive, você pode entrar no parque com um carro de passeio (fechado). Mas você só poderá dirigir nas estradas demarcadas, ou seja, você tem que ter a sorte dos animais estarem pela pista te esperando. Quando a opção é ficar num lodge de safári numa reserva privada, o turista faz o safári em carros abertos que são dirigidos pelos rangers. Em alguns locais há também o tracker que fica na frente do carro para localizar pegadas, fezes e outros rastros deixados pelos animais. Eles ajudam o Ranger a encontrar os bichos. Nessas reservas privadas, os carros podem sair das estradas demarcadas e entrar na mata, e com isso a chance de ver os animais de perto, é maior. Também é possível fazer safári a pé ou de bicicleta. Os Rangers levam os turistas até determinados pontos e andam/pedalam pela savana. Nesse caso, os Rangers mantém uma distância muito maior dos animais. Muitas vezes quando os safáris são feitos em carros, os animais passam a menos de 1 metro dos veículos sem se sentirem incomodados.


Quantos safáris, no mínimo, são recomendados durante uma viagem?

São recomendados no mínimo 4 safáris se o turista estiver em uma reserva/lodge (um safári pela manhã e outro a tarde). Ou seja, passar duas noites (foi o que eu fiz e vi todos os animais). Recomendamos 2 dias também para ter chance de ver mais animais. Três dias também é uma boa opção, principalmente se o viajante estiver hospedado em um lodge de luxo pois dá a opção de pular um safári e aproveitar a infraestrutura do lodge.

Quanto custa, em média, um safári?

Isso varia muito, pois há muitas formas de fazer safári na África do Sul. Você pode alugar um carro e entrar em um parque nacional, pagando apenas a taxa de conservação do parque (e o aluguel do carro). As taxas variam de acordo com o local, mas no parque mais famoso da África do Sul, Kruger National Park, o custo por pessoa por dia é de ZAR 280 (algo em torno de R$ 70, cotação março/2017). Outras opções são contratar empresas que ficam nos arredores dos parques e pagar pelo safári de um dia, onde você vai com um guia, e com outros turistas no mesmo carro para procurar os animais. A outra opção é se hospedar em lodges dentro dos parques ou das reservas privadas e fazer os safáris, que já estão inclusos no preço da diária. Normalmente esses lodges oferecem além da acomodação e de dois safáris por dia, toda a alimentação, café da manhã, almoço e jantar. Nessa opção, apesar do turista também poder dividir o carro com outras pessoas que estão hospedadas nos lodges, é mais exclusivo.

Quais são as vantagens de fazer um safári com guia contratado?

Como eles têm a experiência do dia a dia do safári, as chances de encontrar os animais são maiores. Mas fazer safári e ver todos os animais que deseja é a união de técnica (dos guias) e sorte. Lembre-se, nenhum safári é igual ao outro e não há garantias de encontrar animais.

Quais são as vantagens de fazer um safári por conta própria? E como proceder?

Fazer os safáris por conta própria, alugando um carro, tem como principal vantagem ser mais barato. Você também pode decidir a hora que vai começar e terminar o safári (sempre respeitando os horários de fechamento dos portões do parque) e você não precisa dividir o carro com ninguém. Se também quiser ficar horas apenas observando um leão, você pode, já que as escolhas são suas e das pessoas que acompanharem você na viagem. Para isso, basta alugar um carro, se dirigir a um dos portões de entrada dos parques, pagar a taxa de conservação e se divertir. Um lembrete: nunca corra, nunca abra as janelas e sempre respeite os animais.

Que cuidados gerais devem ser tomados durante o safári – desde roupas até precauções com os animais?

Para os safáris em carros abertos:

As recomendações são usar roupas de tons pastéis, não usar perfumes muito fortes, não levantar, não gritar e não falar alto, principalmente se estiver próximo dos animais, não fumar. Levar uma roupa de frio, levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.

Em carros fechados (self drive):

Não correr, não abrir os vidros, manter as portas trancadas e respeitar os animais. Levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.

 

É perigoso fazer safári em carro aberto?

Os safáris em carros abertos são feitos por guias especializados (ranger e tracker) que conhecem bem o comportamento dos animais. Eles sabem qual é a distância segura que devem manter para não incomodar os donos do pedaço. Seguindo todas as recomendações dadas por eles, é seguro sim fazer safáris em carros abertos. Os animais vêem os carros como algo estranho e fedido.

Que cuidados gerais devem ser tomados durante o safári – desde roupas até precauções com os animais?

Para os safáris em carros abertos:

As recomendações são usar roupas de tons pastéis, não usar perfumes muito fortes, não levantar, não gritar e não falar alto, principalmente se estiver próximo dos animais, não fumar. Levar uma roupa de frio, levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.

Em carros fechados (self drive):


Não correr, não abrir os vidros, manter as portas trancadas e respeitar os animais. Levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.



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1º Dia - Johanesburgo

Chegada a Johanesburgo, encontro com guia local falando português, transporte ao hotel, tempo livre e acomodação.

2º Dia - Johanesburgo / Kruger Park

Café da manhã no hotel. Saída com destino a Mpumalanga (área do Kruger Park). Pelo caminho, visita ao Cânion Blyde River e a God´s Window. Chegada ao hotel, jantar e acomodação.

3º Dia - Kruger Park

Despertar bem cedo e saída para safári de dia inteiro pelo Kruger Park em 4x4. Neste dia, o café da manhã será servido em uma pequena caixa dentro do ônibus, conhecida como “lunchbox”. Durante o safári, a parada para almoço é opcional. No fim do dia, retorno ao hotel, jantar e acomodação. (Os safaris não são recomendados para crianças menores de 07 anos).

4º Dia - Kruger Park / Pretória / Johanesburgo / Cidade do Cabo 

Café da manhã no hotel. Saída com destino a Pretória, para visita panorâmica pela capital administrativa da África do Sul. Em seguida, transporte ao aeroporto de Johanesburgo para embarque em voo rumo à Cidade do Cabo (Voo não incluso - Entre 19h e 20h30). Chegada à Cidade do Cabo, transporte ao hotel para check-in e acomodação.

5º Dia - Cidade do Cabo

Café da manhã no hotel. Dia livre. Recomendado passeio (Opcional) de dia inteiro à Ilha Robben, onde o presidente Nelson Mandela ficou preso por quase 20 anos e atual Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Acomodação.

6º Dia - Cidade do Cabo

Café da manhã no hotel. Dia livre. Recomendado passeio (Opcional) de dia inteiro pela cidade, com visita panorâmica na parte da manhã pelos seus principais pontos turísticos, como a Table Mountain. E à tarde, visita à Rota dos Vinhos, com degustação de vinhos e queijos em três vinícolas. E passeio por uma adega na região de Stellenbosch. Acomodação.

7º Dia - Cidade do Cabo / Oudtshoorn

Café da manhã no hotel. Saída para Oudtshoorn, o maior centro urbano de little Karoon, na Rota Jardim. Na chegada, visita a uma fazenda de avestruz, com almoço incluído (sem bebidas). Em seguida, visita às cavernas Cango, localizado numa área de formações de calcário em Swartberg. Retorno ao hotel e acomodação.

8º Dia - Oudtshoorn / Knysna

Café da manhã no hotel. Saída para Knysna, na Rota Jardim para visita ao “Big tree”, no coração da Garden Route. Um lindo lugar, rodeado de vegetação. Chegada ao hotel, e acomodação.

9º Dia - Knysna / Cidade do Cabo

Café da manhã no hotel. Retorno à Cidade do Cabo. Se o tempo permitir, visita à vila de pescadores de Hermanus, onde há baleias de julho a setembro. Chegada ao hotel na Cidade do Cabo e tarde livre. Acomodação.

10º Dia - Cidade do Cabo

Café da manhã e, em horário combinado previamente, nossa equipe lhe dará assistência na saída do hotel e no transporte ao aeroporto para embarque em voo de retorno ao Brasil.

ATENÇÃO 

- A ordem dos passeios pode sofrer alteração para melhor cumprimento do roteiro, porém, todos serão realizados.

- Os safáris não são recomendados para crianças menores de 07 anos.

Em caso de noite extra, os transportes de ida e/ou retorno não serão honrados.

Hotéis Previstos 

- Categoria Primeira (4 Estrelas)

=> Johanesburgo - Mondior

=> Kruger Park (White River) Stille Woning

=> Cidade do Cabo - Strand

=> Oudtshoorn Hlangana


=> Knysna - Knysna Log Inn





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